Conselho de Viriato
Hinos
Hino da Academia
Viseu Graciosa
Tunadão 1998
Estrofe I
Ó Viseu Graciosa
Cidade tu és jardim
Tens flores em teus recantos
Ó Viseu tu és assim.
Estrofe II
Em ruelas e calçadas
Em cantos e guitarradas
Canto a ti Viseu, minha cidade,
Em vielas e arruadas
Em prosas e cantatas
Canto a ti Viseu, minha saudade...
Estrofe III
Viriato em tua guarda
E lá no alto a Sé
Dom Duarte, Infante Henrique
Imponente sempre em pé.
Estrofe IV
Em ruelas e calçadas
Em cantos e guitarradas
Canto a ti Viseu, minha cidade,
Em vielas e arruadas
Em prosas e cantatas
Canto a ti Viseu, minha saudade...
Estrofe V
Em ti há sete torres
Que se erguem para o céu
São marcos da tua glória
Que o povo não esqueceu.
Estrofe VI
Em ruelas e calçadas
Em cantos e guitarradas
Canto a ti Viseu, minha cidade,
Em vielas e arruadas
Em prosas e cantatas
Canto a ti Viseu, minha saudade.
Hino da Cidade
Viseu, Senhora da Beira
Letra e música de José Carlos Rocha e Frederico de Brito
Estrofe I
Viseu Senhora da Beira,
Eternamente bonita.
Cidade sempre romeira,
De uma beleza infinita.
Numa das mãos o rosário,
Na outra o fuso a bailar,
Ao longe a voz do Hilário,
Cantando fado ao luar!
Estrofe II
Viseu...
Linda cidade museu,
Onde Grão-Vasco nasceu,
O génio de pintor nato!
Alvor,
De lusitano valor,
Esse general pastor,
Que se chamou Viriato!
Estrofe III
Viseu,
Das serras inertes,
Como um castelo roqueiro,
És musa de alguns poetas,
Como o foi Tomás Ribeiro.
Ai como eu gosto de vê-la,
Branca de neve e até,
Sulcando a Serra da Estrela,
De tamanquinhas no pé.
Estrofe IV
Viseu...
Linda cidade museu,
Onde Grão-Vasco nasceu,
O génio de pintor nato!
Alvor,
De lusitano valor,
Esse general pastor,
Que se chamou Viriato.
P’la Academia e p’la Praxe Dura Praxis Sed Praxis